O informe anual de junho de 2026 apresenta o BBIG11 como um fundo de gestão ativa focado em shopping centers. No exercício reportado, o fundo teve lucro contábil líquido de R$ 30,7 milhões e distribuiu R$ 86,2 milhões em rendimentos, valor que o administrador informa corresponder a 100% do resultado financeiro.
Entre os ativos avaliados a valor justo, o Shopping Rio Sul tinha valor contábil de R$ 850,6 milhões, com valorização de 0,79% no período; o Pátio Higienópolis, R$ 145,8 milhões, com alta de 14,18%; e o Pátio Paulista, R$ 253,3 milhões, com alta de 15,54%. As cotas do XP Malls FII foram avaliadas em R$ 99,3 milhões, com variação negativa de 3,41%. O relatório também registra aplicações em operações compromissadas, títulos públicos, XPML11 e fundo de renda fixa, algumas financiadas por oferta de cotas e outras por vendas de ativos de shopping.
A gestão planeja manter a reciclagem de capital e a exposição a shoppings de primeira linha, podendo destinar recursos de futuras vendas a amortização de passivos, distribuição aos cotistas ou novas aquisições. O administrador destaca que o setor superou R$ 200 bilhões em vendas em 2025, com ocupação média de 95,4% e inadimplência de 4,3%, e relata indicadores positivos no primeiro semestre de 2026. A taxa de administração prevista é de 0,80% ao ano; no período, foram pagos R$ 5,58 milhões. As cotas são negociadas na B3 e não podem ser resgatadas.