O informe anual de competência junho de 2026 caracteriza o AFHI11 como um fundo de papel, de gestão ativa e carteira de CRIs. A administração declara que o exercício terminou em linha com a estratégia do fundo e lista operações envolvendo 14 CRIs, com objetivo indicado como “lucro na venda” e recursos provenientes de capital. Para o detalhamento dos resultados, o documento remete ao informe mensal de junho de 2026; o campo do valor efetivamente pago ao administrador aparece sem informação preenchida.
Os CRIs foram avaliados a valor justo por meio de modelos internos e premissas de mercado, devido à liquidez limitada desses ativos. As variações apresentadas foram positivas para a maior parte da carteira, enquanto três CRIs tiveram desvalorização, entre 0,73% e 4,65%. O informe também registra diversas compras e vendas de cotas do BTG Pactual Tesouro Selic entre julho de 2025 e junho de 2026, com o BTG Pactual como contraparte e autorização assemblear de 30 de junho de 2025.
Sobre o cenário, a administração aponta juros elevados e crédito mais restrito, fatores que deixaram os investidores mais cautelosos, embora avalie que os fundamentos do mercado imobiliário permaneceram resilientes, sobretudo em ativos de qualidade e com geração recorrente de renda. Para o período seguinte, espera continuidade dessa resiliência e uma possível melhora gradual das condições, ainda sob influência dos juros e das restrições de crédito.