Nas demonstrações financeiras do AFHI11 referentes ao exercício encerrado em 30 de junho de 2026, a Deloitte emitiu opinião sem ressalvas. O principal foco da auditoria foi a custódia e a mensuração dos CRIs, que somavam R$ 454,7 milhões, equivalentes a 91,79% do patrimônio líquido. Após verificar os registros, a custódia e os critérios de avaliação, a auditoria considerou aceitáveis os valores apresentados.
O patrimônio líquido encerrou o período em R$ 495,4 milhões, ante R$ 426,7 milhões um ano antes. Os ativos incluíam R$ 454,7 milhões em CRIs e R$ 46,5 milhões em cotas de um fundo de renda fixa com liquidez diária; a captação de R$ 69,7 milhões em novas cotas também contribuiu para a expansão patrimonial. O lucro líquido foi de R$ 56,0 milhões, acima dos R$ 49,7 milhões do exercício anterior, enquanto o lucro por cota passou de R$ 10,91 para R$ 10,58. O valor patrimonial por cota permaneceu em R$ 93,67.
O AFHI11 declarou R$ 57,0 milhões em rendimentos, correspondentes a 97,17% do resultado calculado pelo regime de caixa, e pagou R$ 56,6 milhões no exercício. O rendimento médio pago foi de R$ 11,00 por cota, ante R$ 11,44 no período anterior, e havia R$ 5,3 milhões a distribuir no encerramento. As demonstrações também destacam riscos de crédito, mercado, liquidez, fatores macroeconômicos e questões legais e tributárias; não foram informadas ações judiciais com probabilidade de perda possível ou provável, nem eventos subsequentes que exigissem divulgação.